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Metodologias Ativas de Aprendizagem

Você já parou para pensar quantas maneiras há de ensinar e aprender? Uma metodologia de ensino seria a maneira que uma instituição ou professor utiliza para que o aluno se aproprie do conhecimento.

O modelo mais antigo e comum de aprendizado que encontramos nas escolas é aquele no qual o professor, por meio de aulas expositivas, transmite o conhecimento. Em seguida, aplica atividades e avaliações. Os alunos, por sua vez, acompanham o conteúdo de maneira passiva, como se estivessem “absorvendo” o que está sendo dito. Além da bagagem que o aluno traz de suas experiências e convívios fora do ambiente escolar, o professor precisa levar em conta sua participação na construção do conhecimento.

Com o passar do tempo, enxergou-se a necessidade de o aluno ser o agente principal e responsável pelo seu aprendizado. Uma maneira excelente de fugir da simples memorização de conteúdo. Surgem, então, metodologias ativas de aprendizado, com o objetivo de incentivar a comunidade acadêmica a transmitir os conteúdos de maneira autônoma e participativa.

Segundo o professor e pesquisador José Moran, a fixação do aprendizado é maior quando o estudante simula e tenta resolver problemáticas relacionadas ao assunto em questão. Apostar em metodologias ativas, seja no Ensino Superior ou na Educação Básica, traz benefícios para ambas as partes. O aluno ganha autonomia, pois, estimulado a resolver problemas em sala de aula, terá desenvolvido competências e habilidades para resolver problemas futuros quando estiver no mercado de trabalho, por exemplo. Já para os professores, as metodologias de aprendizado ativas favorecem o ambiente em sala de aula, tornando os alunos mais participativos e animados.

Dentre as diversas metodologias ativas de aprendizado, podemos destacar algumas como o ensino híbrido, sala de aula invertida, estudo de caso, aprendizagem em pares e a aprendizagem baseada em projetos. Nesse último modelo, uma problemática é levantada pelo grupo e, em seguida, são estimulados no trabalho em equipe, na busca de soluções e no desenvolvimento do pensamento crítico.

A aprendizagem baseada em projetos exige que os alunos se envolvam ao propor que investiguem como chegar à uma resolução. O primeiro passo é identificar uma problemática, em seguida, analisar o processo e qual caminho a seguir. A partir daí é colocar a “mão na massa” na busca de uma solução coletiva. Um bom exemplo disso é o movimento Maker, que surge para propor o resgate da aprendizagem “faça você mesmo”, trazendo à tona o conceito de aprender a aprender.

O principal desafio está na cultura das instituições e também dos educadores. O investimento é necessário, mas a mudança de mentalidade também. Se queremos alunos proativos, precisamos adotar metodologias em que os alunos se envolvam nas atividades, que tenham que tomar decisões e avaliar os resultados. Se desejamos trabalhar com alunos criativos, eles precisam experimentar inúmeras possibilidades de mostrar sua iniciativa.

Como podemos adaptarmos ou até mudarmos as metodologias de ensino que estamos utilizando?

Se você quiser saber mais sobre o assunto, assista o episódio do programa Educação da TV Novo Tempo – Aprendizagem baseada em Projetos.

Editorial Team

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